quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Reservado



Espaço, linhas, post. Guardo em mim as canções. Tudo que vou cantoralar. As minhas palavras que serão usadas já podem lidas nas palpebras quando fecho os olhos. Reservado aqui meu encanto, minhas noites sem sono, meus dias de janeiro. Pensada a fuga, as poucas coisas numa mochila, os desvaneios pesando os bolsos da calça e a empurrando em direção ao chão. O que vou falar do tempo, o que posso fazer à mesa, como posso despir, falar, fazer, despedir. À curto prazo. Tudo guardado. Revisado. Ainda sim, sem planos. Todas as trilhas caminham pra gente se achar, né!?

3 comentários:

Tiago Fagner disse...

Ah, quando você ouve as canções que você fez para você, o que elas te dizem?

Victor Moraes, disse...

Elas mentem para mim.


...e eu gosto disso.

N. Brunini disse...

Eu ainda tento me encontrar nessas trilhas..

Adoro o que você escreve.
Um beijo