segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Amarela

Os números no calendário foram riscados pelas ansiedades e marcados pela demora que tiveram em passar. Não falo de duas ou três semanas, mas sim, de 18 ou 19 anos. Tão bom conhecer os novos territórios, outros gostos e as pedras das ruas que andei e não prestei a minima atenção. Novos e animados personagens surgiram na sinopse de uma vida comum, consolidado num dia de brinde aos devaneios do Destino, em algumas músicas, algumas frases, em samba e amor até mais tarde.

Se não estou no paraíso, estou bem perto de chegar ♪'

De tudo que aprendi com os donos do bar [i said no, no, no], de todos os despertares lembrando-me do velho vicio de sonhar [é pra não ter recaída, que não me deixo esquecer], vi que, agora, só a sorte decidirá. E hoje, volto a morar nas lembranças, mas ela são outras, guardadas numa caixa diferentes das caixas da indiferença, essa está num lugar mais pulsante, cheia de ritmo e vermelho. Guardada com todos os meus sentidos, inclusive, os que só descobri agora [o sexto, sétimo, oitavo ...]. Bons ventos que sopram na varanda amarela. É isso que Paixão, Child!


Tu es ma came

A toi tous mes soupirs, mes poèmes
Pour toi toutes mes prières sous la lune
A toi ma disgrâce et ma fortune

{...} e não tenho a quem prestar satisfação '

3 comentários:

Lua disse...

Sincronicidade.

... passei o cursor na 'frase em branco' justo quando Chico começou a cantar 'Samba e Amor'.

Boa Sorte nas cores novas, nos tatos novos, em tudo novo de novo :)

Rα i sα ~ disse...

E eu sou 'Lua'... rs

Diogo Rodrigues disse...

Devaneios, sempre tão reais. Intensos.

Gostei mesmo desse texto. O que não se acha navegando, não? rs