quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

[In]explicaveis


É pra tentar não ser redundante em metáfora de primeiros passos ou de portas; mas, de fato, é repetido, batido, cíclico, comum, fugaz e até vulgar. Dentre todos os dizeres listados  em todas as minhas portas de saída nenhum destes me serve em prática. E o que arranha, estranha, e enfatiza isso é que toda a minha preferência está depositada nisso feito fichas em jogos. Entre suportes de pesos sobre o pescoço, trilhas martelando o pensamento e mares de cores rosadas em fim de tarde - prefiro tudo rói, mói. A espada em lugar da parede. A busca em lugar de espera. A aventura ao invés do atraso. A despedida em preferência ao deterioramento. Sabor de nozes, e-mail não lido, números esquecidos, dúvidas da cadeira ao lado e, claro, saber a hora certa de encerrar um texto.

3 comentários:

Victor Moraes, disse...

Qualquer relação com o texto anterior, e quiça o posterior, NÃO é mera coincidência.

Juliana Mendes disse...

Saber onde parar, és a questão...
as vezes ficamos falando tanta besteira, um tempão e nd adianta, devee ser por isso que devemos aprender a tática de onde parar.
como aqueles seriados que duram 7 anos e deveriam ter parado no 3!


=d

Juliana Mendes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.